6 de fev. de 2010

Cada Um Cada Um!

Não posso ficar preso a crenças alheias.
Aos que ditam regaras de certo e errado
São apenas plantadores sem colheitas.

Não quero que o sonho dos outros seja dobrado,
Quero apenas o meu sendo simples e puro.
Verdadeiro e único pra que me seja revelado

Os mistérios fora deste mundo impuro
Aqui jaz um desses, a própria palavra,
Com um poder de construir e destruir muros

De venenos emocionas onde cada mente lavra
Suas decepções ou realizações em comum acordo
Sobre ideais já concebidos, e o que é real hoje, trava.

Por que somos o que não somos diante do Todo!
E o nosso pensar coletivo criou este sonho material
Com guerras, insegurança... Levando-nos ao lodo,

Aonde a luz chega, mas não reflete a imagem ideal.
Nesse espelho, apenas traços pouco definidos
Dão a origem de que realmente nosso imaterial

Nos da à vontade de continuar o universo percorrido,
Expandindo o que não para e nunca parou apenas amou.
E não esquece ninguém, ajuda todos que estão feridos


Simples como seu vai e vem de ondas onde nada derramou.
Tudo esta na medida e na medida esta a razão do Ser!
Ele próprio é a sua razão. Confundi quem não se desarmou

Da arrogância, da prepotência conduzindo modos de viver
Cabendo só a você a sua verdade experimentada no instante,
Este que é esterno, sempre renovando a vontade de reviver

Pois creio nele a oportunidade da mudança reconfortante.

2 comentários:

  1. ó gostei do salto qualitativo do instante! vc falou sobre plantar tbm, kierkegaard plantou uma sementinha...kierke-garden. bom o texto.

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  2. li ouvindo aruarian dance. ôrno.morno. equilibrio. suave. é o que demonstra. conheci certa feita um homem que tinha equilibrio em cordas bambas atravessados em altos píncaros...................da vertigem dos píncaros À vertigem dos abismos...naum deixa de ser uma maneira radical de equilibrio.

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