
Dos campos verdejantes ao extremo da consciência.
Viajo... Há planetas, disso estão tendo a certeza.
Todos estes eus que habitam mundos só por mim conhecidos,
Onde o desconhecido é conhecido e o conhecido é desconhecido.
Sou o que Sou e isto me basta, eles reconhecem a minha pureza,
E no infinito o voou, é como dos pássaros, sem os ventos da influência.
E pro infinito eu vou, em busca de linda herança;
E pro infinito eu vou, alimenta minha esperança;
E no infinito estou pra voltar a ser criança;
E do infinito irei, só guarda a melhor lembrança;
Das muitas vidas que nos são passadas no dia a dia,
Quais me identificam mais? E pra quantas mais serei capaz?
Acho que todas e em todas brindo bodas.
Na certeza de Maria sou eterno em alegria,
Meus pensamentos quem diria hoje em dia tão reais
Penso muito e esse muito me faz querer o despertar.
De quem veio a galgar neste infinito de possibilidades
Momentos a todo instante já é raridade,
Como este Verbete do qual lembrarei e assim o crio novamente,
Se o que lembro existe. Então existira para sempre
E assim deixo de lado os ruins eternamente.
Duvido que consigam fugir, por mais que eu tente,
O que posso fazer é esquecê-los. Temê-los jamais!
Sei que em mim existe a paz,
Não a deixo de procurá-la num pensamento qualquer
Não importa quem seja homem, mulher.
O que procuro é meu Ser
E quem procura acha. Acha que não vou achar.
Pobre daquele que precisa vê pra crê, hoje apenas imagino
E o universo refletiu, e assim ele se expande, e eu?
Continuo sendo conduzido por um fio bem fino
E aqui dentro outro Eu morreu. Quem é Abreu?
Já não importa, atravesse a porta vai ver de onde vem
Essa linha torta, que até a torta da mãe do rodela, de la saiu
Tudo que hoje é, e muito ainda não viu, virá a revirar e a reviver
Pra todo aquele que crê
lesgal!
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